Wednesday, April 19, 2006

Sóneto


Não suporto barulho todo o tempo
Aprecio o silêncio, quarto mudo
Onde esqueço os problemas desse mundo
E num breve segundo me reinvento

Quando abelhas pousam em minha mente
Zunem alto coisas absurdas
Por retratos, poemas de Neruda
Meus sentidos vagueiam lentamente

São tão lentos que sôo preguiçosa
Não badalam e abalam tudo em mim
Filme antigo rodado em branco e preto

A cantiga esquecida ao relento
Os amigos, o amor, a vida, enfim
Surge linda, explosiva, ruidosa

1 comment:

hugosamir said...

hum axo q esse ai eh o monê.. hauahauahua